thick as a brick, Jethro Tull, 1972.

"Deixe-me contar-te as histórias de sua vida
Do seu amor e o corte da faca
Da opressão incansável, da sabedoria instilada
Do desejo de matar ou ser morto
Deixe-me cantar sobre os perdedores estirados
Na rua enquanto o último ônibus passa
As calçadas estão vazias
Nas sarjetas escorre o vermelho
Enquanto o tolo brinda seu deus no céu
"

Thick as a brick, Jethro Tull, 1972.

quinta-feira, 7 de junho de 2012


Fragmentos Antigos

Verdadeiramente os deuses gregos presentearam-te com a mais bela maestria de reger um concerto de palavras. Como escreves madura. Como pergunta tanto e não se dar resposta alguma. São traços, caminhos que suas meticulosas palavras vão seguindo, como num fio de água que desce a mais alta e bela montanha como apenas um fiozinho d’água que vai... descendo e crescendo, enchendo, aglomerando em si muita força, e que finalmente encontra seu destino, o fim da linha. A queda. O transbordar de uma cachoeira, vomitando água e significados. De um alto grau, vejo suas palavras perguntadas. Queria minha limitada razão compreender a infinidades de significados que vos pertence. Seria como se pudesse tocar a uma estrela. O brilho. A força. O sentido...  

Bruno Sérvulo
     

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